Mostrando postagens com marcador Capitalismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Capitalismo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A GLOBALIZAÇÃO

A GLOBALIZAÇÃO

A atual etapa do capitalismo é a globalização, o fato está relacionado a própria evolução do modo de produção capitalista, que traz na sua essência o caráter expansionista, do mesmo modo que o colonialismo se relacionou com a etapa comercial e o imperialismo com a fase industrial, a globalização também traz o caráter expansionista típico do sistema, uma vez que, visa aumentar mercados consumidores e conseqüentemente ampliar os lucros, para isso os capitais produtivos e especulativos circulam pelo planeta, mas dentro da nova ordem mundial, a expansão traz um dado novo que é a forma como ela acontece, pois afinal agora a invasão é sutil e não necessita de armas, muito menos de violência física explícita. Entretanto, a invasão high-tech é eficaz, pois, trata-se de mercadorias, capitais, serviços , informações e pessoas. Atualmente, as grandes batalhas são travadas nas bolsas de valores e os generais são na verdade os executivos, os especialistas financeiros, uma outra face deste momento é a transversalidade, isso é possível graças ao aparato tecnológico, que sustenta a globalização, ele criou também os valores dos cidadãos globalizados, aqueles que podem perfeitamente se integrar, nas mais diferentes regiões do planeta. BOLSA DE NOVA IORQUE

Hoje, o maior desafio das empresas, é a eficiência, pois isso, as coloca no mercado de uma maneira mais competitiva, para tal, o grande aliado tem sido o avanço tecnológico das comunicações, através de satélites, rede de computadores, telefones fixos e móveis, pode manter informação atualizada, em tempo real sobre os mais diversos assuntos, outro importante vetor da globalização é o transporte, que avançou muito nos últimos anos e reduziu o tempo para se cobrir distâncias, favorecendo a relação comercial.

O processo de globalização alterou as políticas empresariais do mundo, que passam por uma reordenação, com a ocorrência das mega fusões, os grupos financeiros e industriais, preparam-se para enfrentar as novas determinações do mercado, que tem caráter essencialmente econômico. Nestes campos de batalha, entra em jogo a tecnologia usada pela informação. É como se o mundo tivesse encolhido. Devemos observar que do ponto de vista histórico, a globalização está sendo construída ao longo dos últimos 500 anos, porém devido a determinada especificidade do mundo atual, ela se concretiza hoje com uma velocidade que nos surpreende. Outra face da globalização é a invasão de mercadorias e consequentemente uma pressão por novos modelos de consumo e alteração de hábitos e valores. E finalmente, a chegada do capital produtivo, essa geralmente é uma etapa muito mais lenta, mesmo assim somos capazes de perceber a sua ação, uma vez que busca a mão-de-obra barata, os incentivos fiscais e os subsídios.

Mas, a globalização não se processa da mesma forma, nem com a mesma intensidade em todos os lugares do mundo. Ao mesmo tempo em que determinadas coisas se globalizam, outras se tornam mais locais, é o caso das administrações municipais, que buscam o conceito de orçamento participativo, isto significa uma atenção específica para determinado local, outro indicativo desta complexidade, é o fato de que existe uma tendência de descentralizar a saúde e a educação, é o atendimento local como prioridade sobre o global.

Outro fator é a velocidade dos fatos e das ações, que varia de lugar para lugar, por exemplo: executamos uma operação financeira em uma bolsa de valores localizada no oriente, mais rápido do que atravessamos dois bairros da cidade grande em horários de “rush”. A relação tempo – espaço, foi profundamente alterada, com a criação das redes de computação, pois a partir do momento que estamos interligados, não existe nem espaço nem tempo separando os que nela estão conectados.

Um dos desafios, da globalização e do avanço tecnológico que a acompanha, são as invasões, que tanto podem ser para se efetuar negócios nas bolsas ou para privilegiar o capital especulativo, que é conhecido como capital vodu, esse capital é originário em sua maior parte de pequenos poupadores, principalmente de países ricos, que procuram investir em fundos de pensão, com o objetivo de ter uma velhice mais tranqüila, esse montante é transferido para mercados emergentes, onde as taxas de juros elevadas funcionam como atrativo para o mesmo. Esse mecanismo, por outro lado, favorece governos desses países, que passam a utilizar esses montantes para encobrir muitas vezes a realidade da economia nacional.

CAPITALISMO FINANCEIRO

CAPITALISMO FINANCEIRO OU FASE MONOPOLISTA:

Com o crescimento acelerado do capitalismo passou a surgir e crescer rapidamente várias empresas, por causa do processo de concentração e centralização de capitais. A grande concorrência favoreceu as grandes empresas, o que levou as fusões e incorporações, trazendo monopolização em muitos setores da economia.

O capitalismo dessa forma entrava em sua fase financeira e monopolista. O inicio dessa nova fase capitalista coincidiu com o período da expansão imperialista (1875 – 1914), em fins do século XIX e meados do século XX. Mas a consolidação só ocorreu após a Primeira Guerra Mundial, quando as empresas ganharam mais poder e influencia.

A expansão do mercado de capitais é uma marca do capitalismo financeiro. Nos Estados Unidos se consolidou um grande mercado de capitais. As empresas foram aumentando seus capitais através da venda de ações em bolsas de valores. Permitindo assim, a formação de enormes corporações. Os bancos passam a ter um papel importante como financiadores de produção. A livre concorrência e o livre mercado passam a ser substituídos por um mercado oligopolizado.

O Estado também começa a intervir na economia. A partir daí surge o Capitalismo Financeiro, que apesar de suas raízes estarem fincadas no final do século passado, só após a 1ª Guerra Mundial é que essa etapa se consolidou, pois aí surgem grandes empresas, que estão presentes até os dias atuais. Estava se delineando a nova realidade do mercado internacional, onde as empresas para poderem se expandir abriram seus capitais, tornando-os atraentes os mercados de ações. esse mecanismo tornou também o banco poderoso, pois representará o próprio investidor. Apesar de ter vários sócios a empresa tem um controlador, que é o sócio majoritário, que pode ser uma pessoa, um grupo de pessoas, uma empresa ou um banco.

A partir da década de 1870, uma segunda revolução industrial iniciou-se, com o fim do livre comércio. Nesse período, começaram os trustes (organizações industriais de controle da produção e distribuição das mercadorias, com o objetivo de impor o preço dos produtos industriais a seu favor).

Uma associação, denominada cartel, manteve as empresas separadas, mas sem competir entre si, estabelecendo a divisão dos mercados e dos preços. Os preços passaram a ser fixados pelos trustes, cartéis e holdings (uma empresa central controla outras empresas, que se mantêm autônomas, embora as maiorias das ações pertençam à empresa central). O imperialismo se transformava pela necessidade de novas áreas de aplicação dos capitais industriais.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Capitalismo Industrial

O NASCIMENTO DO CAPITALISMO INDUSTRIAL:
Os lucros da colonização da América beneficiaram a ascensão da França e da Inglaterra, permitindo à Inglaterra, reunir as condições econômicas, políticas e sociais, que acabou gerando a Revolução Industrial, no século XVIII.
A Revolução Industrial resultou das transformações ocorridas na agricultura, indústria, transportes, bancos e comunicações, que propiciaram o desenvolvimento da economia capitalista. De modo social, o processo de transformações dividiu a sociedade inglesa em duas classes: a burguesia, que se tornava a proprietária dos meios de produção - máquinas, ferramentas e fábricas - e o proletariado, a classe assalariada.
A Revolução Industrial significou o processo de mecanização do setor industrial, que ocorreu primeiro na Inglaterra e depois em outros países como a França, os Estados Unidos, a Alemanha, o Japão, etc.

Conhecendo o Capitalismo Industrial:
O Capitalismo, que se desenvolveu no processo da Revolução Industrial, passou por três fases significativas: A primeira fase, denominada de capitalismo de industrial liberal (1780 a 1870), A segunda fase,denominada de capitalismo industrial monopolista (1870 a 1945) e a terceira fase denominada de internacionalização (pós 1945).
A primeira fase (1780/1870) caracterizou-se pela total liberdade econômica da burguesia ao produzir, vender e fazer circular as mercadorias produzidas, comprar matérias-primas e fixar os salários do proletariado. A produção industrial realizava-se em pequenas e médias fábricas, com divisão de trabalho entre os operários, utilização das máquinas movidas a vapor, mão-de-obra assalariada, produção em larga escala para possibilitar lucros ao empresário. As práticas mercantilistas foram condenadas pela nova economia capitalista. de 1830 a 1850, é marcada pela construção de ferrovias, e de 1850 a 1870, o comércio livre começa a declinar. A livre concorrência foi cedendo lugar aos monopólios: grandes indústrias que detinham o controle total da produção.

CAPITALISMO INDUSTRIAL
É a etapa de consolidação do modo de produção capitalista, uma vez que consagra o trabalho assalariado e desvenda a essência do sistema que é o lucro, é exatamente nesta etapa, que a transformação fica mais evidente, com as mudanças definitivas nas relações econômicas, políticas, sociais e culturais Essa etapa ocorre a partir da 1ª Revolução Industrial, que ocorreu na Inglaterra na segunda metade do século XVIII, nela o espaço da produção, é o mais importante, uma das características mais fortes do sistema, também já se torna evidente nesse momento, que é a transformação da natureza por meio da utilização cada vez mais disseminada da máquina a vapor, produzido pela queima do carvão, tornando os produtos mais acessíveis aos consumidores e conseqüentemente aumentando os lucros.
No capitalismo industrial, o grande objetivo é o lucro, mas o mecanismo só foi entendido, após os estudos de Karl Marx , um pensador alemão, que definiu como se processava o mecanismo de exploração capitalista, para se obter o lucro, a esse mecanismo denominou de mais-valia, que consiste na parte do trabalho não remunerada pelo empresário, pois o valor do salário é inferior ao valor do trabalho, exatamente essa parte que não é transferida, transforma-se em lucros para o empregador, permitindo dessa forma a acumulação.
Revolução Industrial. Uma das características mais importantes desse período foi a introdução de novas tecnologias e novas fontes de energia no processo produtivo. Pela primeira vez tendo como pioneiros os Estados Unidos e a Alemanha , a ciência era apropriada pelo capital , ou seja, era posta a serviço da técnica , não mais como na Primeira Revolução Industrial , ocorrida no século XVIII, quando os avanços tecnológicos eram resultado de pesquisas espontâneas e autônomas . Agora havia uma verdadeira canalização de esforços por parte das empresas e do Estado para a pesquisa científica com o objetivo de desenvolver novas técnicas
de produção”. -
(SENE, Eustáquio de & MOREIRA, João Carlos. Espaço Geográfico e Globalização. p.21-2)

A partir de 1870, o fundamental era aplicar os capitais europeus excedentes e ampliá-los. A Ásia, América Latina e principalmente a África foram às regiões de penetração imperialista do século XIX.


Portugal e Espanha já tinham seus domínios na África, desde o século XVI. Mas na nova fase do colonialismo, a Inglaterra, França, Alemanha, Itália e Bélgica passariam a disputar os territórios africanos.
A penetração européia na África foi realizada com todas as formas de violência às populações nativas. Destruição dos valores tradicionais das tribos africanas, escravidão, uso da força, guerras... foram os métodos europeus de transformar a África em seu objetivo de exploração do imperialismo. A Ásia também tornou-se objeto de exploração imperialista.
Muitos países europeus, no século XIX, começaram a incluir a Ásia e a África dentro deste sistema. Estes dois continentes foram explorados pelos europeus, dentro de um contexto conhecido como neocolonialismo. As populações destes continentes, foram dominadas a força e tiveram suas matérias-primas e riquezas exploradas pelos europeus. Eram também forçados a trabalharem em jazidas de minérios e a consumirem os produtos industrializados das fábricas européias.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Fases do Capitalismo: Comercial


CAPITALISMO COMERCIAL – Essa é considerada como a primeira etapa do capitalismo, teve início com a expansão marítima no final do XV e se estendeu até o século XVIII.
Nesse período ocorreram as Grandes Navegações, o seu desenvolvimento está relacionado a busca de caminhosalternativos para as Índias, que pudessem escapar das áreas conquistadas pelos turcos otomanos e da hegemonia das cidades italianas no comércio mundial naquela época.,
A época foi marcada pela relação Europa – mundo e isso ocorrem pelas conquistas territoriais e pelos mecanismos para manter as conquistas tais como escravização de índios e negros na América e África.
Durante esse período o grande acúmulo de capitais se dava na esfera do comércio, portanto, dava-se no espaço da circulação. A doutrina vigente era a mercantilista, que defendia a intervenção dos Estados na economia, a fim de promover a prosperidade nacional e aumentar o poder do Estado. Nesse sentido, defendia a acumulação de riquezas no interior dos Estados, sendo assim a riqueza e o poder de um Estado eram medidos pela quantidade de metais preciosos que possuía (metalismo).
Uma característica deste período, é que o Estado deveria ser forte para sustentar e dar apoio à expansão marítima e comercial, pois dessa forma se estabeleceria o pacto colonial, uma vez que, as colônias tinham que obrigatoriamente manter relações comerciais com as metrópoles, sendo essas relações marcadas pela dominação, em que a colônia tinha que vender seus produtos a preços baixos e comprar produtos a preços altos.

􀁒 Características Principais:
1. Portugal e Espanha. Eram as potências da época 2. Contexto: Grandes navegações
3. Política econômica: Mercantilismo (metalismo)
4. Trabalho: Escravidão

Pontos Fundamentais da Política Mercantilista
􀃊 Balança Comercial Favorável. Todo país deveria exportar mais do que importar.
􀃊 Protecionismo. Conjunto de medidas que visavam proteger a produção nacional da produção de outros países.
􀃊 Metalismo. A riqueza e a importância de um país eram avaliadas pela quantidade de metais (moedas) que conseguisse acumular.
􀃊 Monopólio. A metrópole tinha a exclusividade no comercio com a colônia As potências coloniais dos séculos XVI e XVII (Portugal, Espanha, e outras) se enriqueceram e se fortaleceram com a atividade comercial e o colonialismo.

Histórico do Capitalismo

2. HISTÓRICO DO CAPITALISMO:
2.1 ANTECEDENTES:
O surgimento dos primeiros comerciantes e artesãos livres nas pequenas cidades medievais e nas feiras em torno dos burgos foi o germe de uma nova sociedade, que no decorrer de alguns séculos, substituiria o sistema feudal.
O feudalismo foi o modo de produção que antecedeu ao capitalismo, dominou parte do mundo em especial o ocidental entre os séculos V e XV. Esse modo de produção determinava uma organização espacial muito específica em que predominavam as atividades rurais, o poder político era descentralizado, havia uma tendência nos lugares pela autosuficiência, as classes sociais se relacionavam pelo vínculo da servidão e os feudos eram quase sempre isolados daí a ordenação espacial fragmentada.

2.2 EVOLUÇÃO HISTÓRICA
O Sistema capitalista nasceu das transformações por que passou a Europa feudal a partir do século XIII. O fundamento da riqueza deixou paulatinamente de ser a terra, e a economia de mercado começou a estruturar-se com base no trabalho artesanal.
O crescimento e o aumento do número de cidades favoreceram o desenvolvimento de relações mercantis e propiciaram a diversificação e a mobilidade social até então praticamente inexistentes. As trocas comerciais entre diversas regiões estimularam as transformações no mundo do trabalho, com o surgimento do trabalho assalariado e de uma incipiente divisão técnica das atividades. dos estudiosos O processo de evolução do capitalismo é considerado lento, pela maioria, isso porque ele vai ocorrer dentro das classes sociais e na política dos Estados, é importante observar, o quanto o papel da cidade foi fundamental na etapa de transição, pois, durante a Idade Média na vigência do feudalismo, observa-se que nos burgos é que viviam os comerciantes, e estava aí a riqueza por eles acumulada ao mesmo tempo em que se concentravam os artesãos, que produziam o necessário a atividade comercial.


O capitalismo evoluiu de forma gradual e tem tido ao longo de sua história uma característica marcante, que é a adaptação as novas situações o que leva os estudiosos a compararem o sistema com um camaleão, foi assim, que lentamente o capitalismo foi ocupando o espaço que anteriormente pertencia ao feudalismo.



quarta-feira, 27 de abril de 2011

O SISTEMA CAPITALISTA DE PRODUÇÃO

O SISTEMA CAPITALISTA DE PRODUÇÃO

I-CAPITALISMO
1- Conceito
O Capitalismo é o sistema econômico que se caracteriza pela propriedade privada dos meios de produção – máquinas, matérias-primas e instalações.
Nesse sistema, a produção e a distribuição das riquezas são regidas pelo mercado e as classes sociais se relacionam pela posse ou carência dos meios de produção e pela contratação livre do trabalho.
As duas condições essenciais que determinam o modo de produção capitalista são:

1. A existência de capital, conjunto de recursos que se aplica na compra de meios de produção e força de trabalho.

2. A existência de trabalhadores livres, que vendam sua força de trabalho em troca de salário. Definem-se assim as duas classes sociais básicas: a dos capitalistas e a dos assalariados.
3. Características:
a) Livre iniciativa
b) Livre concorrência
c) Acumulação permanente de capital
d) Distribuição desigual da riqueza
e) O papel essencial desempenhado pelo dinheiro e pelos mercados financeiros
f) A inovação tecnológica ininterrupta
g) Surgimento e expansão de empresas transnacionais
h) Concentração monopolística – trustes, cartéis, corners, pool, holding, e dumping.
A divisão técnica do trabalho ou seja a especialização do trabalhador em tarefas cada vez mais segmentadas no processo produtivo.

CARACTERÍSTICA DO CAPITALISMO:

O FUNCIONAMENTO DA ECONOMIA: os agentes econômicos (indivíduos ou empresas, instituição pública ou privada) fazem seus investimentos guiando-se pela lógica do mercado, ou seja, com base na lei da oferta e da procura. Investindo sempre com o objetivo de obter a maior rentabilidade possível, daí a concorrência estabelecer-se em todos os setores da economia. No entanto, há muitas outras áreas monopolizadas, nas quais na prática não ocorrem concorrências.
RELAÇÃO DE TRABALHO: predomina o trabalho assalariado. No entanto, ao lodo desta relação tipicamente capitalista convivem relações não capitalistas de trabalho, principalmente em regiões subdesenvolvidas e rurais, como por exemplo: parcerias, arrendamentos, e em regiões mais remotas, até mesmo relações iguais, e existem também as relações ilegais, como a semiescravidão e o trabalho forçado por divida sistema de “aviamento”.
ESTRUTURA DE PROPRIEDADE: predomina a propriedade privada, pois a maioria dos meios necessários para a produção, Pertence a agentes econômicos privados.
MEIOS DE TROCAS E INSTRUMENTO DE CREDITO: o dinheiro ( moeda metálica ou papel- moeda) é o principal meio de troca; Com os avanços da eletrônica e das comunicações, surgiu o cartão bancário, um dinheiro virtual, que permite fazer pagamentos sem a intermediação de cheque ou dinheiro real. Mais recentemente tornou-se possível movimenta fundos através de redes de computadores . há ainda instrumentos de créditos que facilitam as trocas, como os cartões de créditos e as duplicatas.
RELAÇÃO SOCIAL: há uma divisão de classes no interior da sociedade capitalista, com uma concentração de renda nos setores ou classe detentores do capital.